Olá a tod@s :)
Estou cheia de saudades de escrever aqui no blog, mas no pouco tempo livre que me resta tenho estado a responder aos vossos e-mails (que adoro, adoro, adoro)!
Mas hoje foi o dia de escrever mais um post.
Lembrei-me que já fui à minha 2.ª consulta com a ginecologista há um tempão e não partilhei aqui no blog. Para verem como foi 'traumatizante'... ;)
Não custou nada, mas foi mais desconfortável do que a 1ª consulta.
O espéculo já foi normal (na primeira consulta a ginecologista utilizou um pequenino que se costuma usar em virgens). Acho também que nesta 2.ª consulta eu estava mais tensa.
Senti um pequeno desconforto, mas tudo perfeito. Inseriu o espéculo, recolheu uma amostra do colo do útero para análise, inseriu dedo, retirou dedo. E tudo bem! Portanto estou pronta para mais consultas de ginecologia.
Continua a parecer inacreditável conseguir que a minha vagina faça o que eu quero e que não funcione como uma parede. Especialmente numa consulta de ginecologia e naquela posição estranha :))
Não sei é se estou pronta para exames mais invasivos, tipo ecografia endovaginal. Só de pensar fico agoniada. Mas, cá entre nós, isso não está relacionado com o vaginismo. É mesmo esquisitice minha! Quando/se tiver que fazer um exame desses preocupo-me com isso, certo?
Fiquem bem!
É muito bom saber que estão aí desse lado :)
Beijinhos
terça-feira, 13 de agosto de 2013
quarta-feira, 8 de maio de 2013
2 anos de blog!
Maio de 2011.
Foi quando comecei a publicar o blog :)
A medo... A torcer para que ninguém lesse e desejosa que muita gente lesse e comentasse ;)
Uma aventura! Que me acompanhou no processo de tratamento! Que me continua a acompanhar.
E que me permitiu fazer amigos e amigas novos. Tod@s maravilhos@s e com uma paciência e generosidade extraordinárias! E que preencheram ainda mais a minha vida.
Em dois anos de blog nunca recebi um mail ou comentário mais desadequado ou a troçar com os meus posts! E eu achava mesmo que isso ia acontecer. Eu sei que ainda pode acontecer (LOL), mas aprendi a não desconfiar tanto e a ter mais esperança e confiança nas pessoas. E isso só me trouxe coisas boas!
Antes que isto fique mais lamechas, só queria agradecer a tod@s @s leitores, a tod@s @s meus amig@s de todas as horas, pelas palavras, pelos comentários, pelas discussões, e por estarem desse lado!
E até já! :)
Foi quando comecei a publicar o blog :)
A medo... A torcer para que ninguém lesse e desejosa que muita gente lesse e comentasse ;)
Uma aventura! Que me acompanhou no processo de tratamento! Que me continua a acompanhar.
E que me permitiu fazer amigos e amigas novos. Tod@s maravilhos@s e com uma paciência e generosidade extraordinárias! E que preencheram ainda mais a minha vida.
Em dois anos de blog nunca recebi um mail ou comentário mais desadequado ou a troçar com os meus posts! E eu achava mesmo que isso ia acontecer. Eu sei que ainda pode acontecer (LOL), mas aprendi a não desconfiar tanto e a ter mais esperança e confiança nas pessoas. E isso só me trouxe coisas boas!
Antes que isto fique mais lamechas, só queria agradecer a tod@s @s leitores, a tod@s @s meus amig@s de todas as horas, pelas palavras, pelos comentários, pelas discussões, e por estarem desse lado!
E até já! :)
sexta-feira, 26 de abril de 2013
Vaginismo e Gravidez
Só para ficar claro, tentar engravidar nunca fez parte dos meus planos.
Digo isto porque já li e ouvi imensas vezes que uma das razões mais frequentes que leva mulheres e casais a procurar tratamento para o vaginismo é o quererem engravidar.
Nunca foi o meu/nosso caso!
Sempre pensei, enquanto vagínica, que se quisesse engravidar recorreria a uma inseminação artificial numa clínica...
Eles lá saberiam como é que iriam introduzir fosse o que fosse na minha vagina de vagínica... ;)
Como disse, nunca quis engravidar.
Mas, agora quero!
Estamos a treinar, portanto! :) E espero que torçam por nós! :-P
E comecei a pensar como seria angustiante ter esta vontade de engravidar e ainda ser vagínica.
E fui pesquisar modos de engravidar que não implicassem a penetração de um pénis na vagina.
Claro que para haver uma gravidez há sempre algum tipo de penetração, mas penso que é correcto dizer que quem conseguir introduzir um dedo ou um tampão na vagina consegue fazer um dos três procedimentos de que vou falar a seguir.
Todos eles supõem uma consulta médica prévia de modo a confirmar que os futuros progenitores estão saudáveis e podem tentar engravidar, claro está! E a toma de ácido fólico pela mulher antes de engravidar! E etc., etc., etc, ...
Inseminação artificial numa clínica
No caso da inseminação artificial numa clínica, temos que nos dirigir a uma clínica (claro está!) que execute este procedimento e seguir as indicações médicas.
Pelo que percebi cada inseminação tem o valor aproximado de 600€.
Deixo aqui dois exemplos: uma clínica no Porto e outra em Lisboa (não conheço as clínicas, apenas as encontrei na pesquisa que fiz).
Podem ver o exemplo de uma inseminação artificial neste vídeo. Ele dirige-se a casais inférteis, mas o procedimento é aproximadamente o mesmo.
Inseminação artificial em casa com kits de auto-inseminação
Esta é uma opção mais económica que a ida a uma clínica e mais confortável porque pode-se fazer em casa. É mais económica porque os kits tem um custo muito menor do que uma inseminação numa clínica e dá para realizar várias inseminações. Como é altamente improvável (mas não impossível) que uma mulher engravide com apenas uma tentativa de inseminação artificial é só fazer as contas e perceber como pode ser extremamente caro fazer uma inseminação artificial numa clínica.
Encontrei este site onde vendem os kits online. Certamente deve haver em mais sítios, mas achei que este era tão esclarecedor que não pesquisei mais...
Gostei particularmente das seringas com extensões e do lubrificante que potencia a fertilidade (e eu nem sabia que isso existia). :) Os kits vêm com instruções e conselhos.
Inseminação artificial em casa com uma seringa (sem agulha) e com a parte de cima de um aplicador de plástico de um tampão
Esta é a opção mais 'do it yourself' e a mais económica. Só é necessária uma seringa de 10 mL sem agulha e, para as menos corajosas como eu, a parte de cima de um aplicador de plástico tipo tampax compaq.
As seringas podem ser compradas em qualquer farmácia e vêm com agulhas (que obviamente têm que ser removidas). O procedimento consiste no homem ejacular directamente para dentro da seringa e depois a mulher introduzir a mesma seringa na vagina. Depois de introduzida a seringa o mais fundo possível é só pressionar o êmbolo de modo a que o esperma fique depositado na vagina.
Como nos outros dois procedimentos, a mulher deverá estar deitada e, preferencialmente, com as ancas elevadas para a gravidade ajudar a que o sémen encontre o caminho certo... ;)
E deverá estar deitadinha e quietinha durante 30 minutos (se tiver paciência para tal...)
O aplicador de plástico de que falo poderá ser utilizado por mulheres, como eu, que não se imaginam a introduzir uma seringa (dura) na vagina. O que proponho é introduzir o aplicador (que tem aquela forma redonda linda e suave) dentro da vagina e com a ajuda da seringa depositar devagarinho o esperma no aplicador. Como o aplicador é aberto, ele vai deixar passar o esperma para o canal vaginal. Depois do aplicador estar vazio é só retirar e já está! :)) O aplicador funciona como um espéculo (com as devidas diferenças, obviamente) ao abrir o canal vaginal para que se possa depositar lá o esperma.
Também há a opção de seringas vaginais que dispensariam o uso do aplicador, mas não as encontrei em Portugal. Podem vê-las neste site.
Provavelmente há mais opções. Mas penso que estas já constituem divertimento suficiente :)
Se quiserem aumentar as probabilidades de engravidar ao saberem o momento certo para fazer um bebé podem fazer testes de ovulação. Eu uso os da clearblue e funcionam muito bem.
Divirtam-se :)
PS: Nestas pesquisas todas que fiz, cheguei à triste conclusão que há imenso mitos, preconceitos, hostilidade em relação à inseminação artificial, principalmente, caseira. E pelo facto da inseminação artificial caseira se associar (por razões óbvias) a casais de lésbicas que querem engravidar as reacções contra ainda se ampliam mais. Vá-se lá entender estas reacções tristes e ignorantes em relação à homossexualidade e a tudo o que sai fora da suposta 'norma'. :(
As razões utilizadas para desmotivar a inseminação artificial caseira são porque, supostamente, destrói os espermatozóides todos e causa mal-formações no futuro feto (!), ou porque só um profissional habilitado é que pode colocar o sémen no canal vaginal porque uma pessoa sem formação médica poderá magoar a vagina, ou porque é 'pecado' substituir um método natural.
Haja paciência para tanta ignorância!! Fiquei é cheia de vontade de saber mais sobre a inseminação artificial caseira. Depois, se conseguir, publico um post com mais detalhes :)
PS: Nestas pesquisas todas que fiz, cheguei à triste conclusão que há imenso mitos, preconceitos, hostilidade em relação à inseminação artificial, principalmente, caseira. E pelo facto da inseminação artificial caseira se associar (por razões óbvias) a casais de lésbicas que querem engravidar as reacções contra ainda se ampliam mais. Vá-se lá entender estas reacções tristes e ignorantes em relação à homossexualidade e a tudo o que sai fora da suposta 'norma'. :(
As razões utilizadas para desmotivar a inseminação artificial caseira são porque, supostamente, destrói os espermatozóides todos e causa mal-formações no futuro feto (!), ou porque só um profissional habilitado é que pode colocar o sémen no canal vaginal porque uma pessoa sem formação médica poderá magoar a vagina, ou porque é 'pecado' substituir um método natural.
Haja paciência para tanta ignorância!! Fiquei é cheia de vontade de saber mais sobre a inseminação artificial caseira. Depois, se conseguir, publico um post com mais detalhes :)
terça-feira, 5 de março de 2013
Masturbação feminina
Olá!
Desculpem a ausência!
E aqui fica um pedido de desculpa ainda mais especial às pessoas a quem ainda não respondi por e-mail! Adoro receber os vossos mails, com notícias, pedidos de ajuda, desabafos ou seja o que for, mas gosto de responder a cada um@ com a mesma atenção e cuidado com que me contactam e, por isso, por vezes demoro um pouco a responder. Mas eu respondo, prometo! ;)
Obrigada pela paciência e para 'compensar' aqui fica um post que já tinha escrito há um tempão, mas que nunca tinha tido 'coragem' de publicar... :)) aqui vai...
Hesitei muito em fazer este post.
Acho esta palavra - mas-tur-ba-ção - horrorosa. Sempre achei.
Sei lá se é da fonética ou da semântica, se o que é que é, mas não gosto da palavra.
Sempre que falo dessa 'coisa' digo algo (que a mim me parece mais simpático) que é tocar no corpo ou dar prazer com o toque. Não é tão rigoroso e claro, mas parece-me mais bonitinho.
No fundo, eu sei que esta aversão (?) à palavra está ligada ao tabu, estigma, preconceito, (...) que tenho em relação à sexualidade. Não fosse eu uma ex(?)-vagínica... ;)
No fundo, eu sei que esta aversão (?) à palavra está ligada ao tabu, estigma, preconceito, (...) que tenho em relação à sexualidade. Não fosse eu uma ex(?)-vagínica... ;)
Considerações à parte (e vou tentar usar a palavra adequada, portanto...) a masturbação (ggrrrr...) é muito importante para nos conhecermos. E estou a falar da auto-masturbação, portanto (não querendo, no entanto, desvalorizar a outra :))) )
Penso muitas vezes que não haveria primeiras vezes dolorosas se houvesse masturbação suficiente (em qualidade e quantidade) antes da dita primeira vez. É uma forma excelente de habituar o nosso corpo ao toque nessa área e descobrir como ele reage ao toque.
Apesar das minhas dificuldades com a palavra (não se nota nada, pois não?!), nunca tive problemas com a situação em si.
Claro que o toque que fazia em mim mesma era sempre (antes da fisioterapia) externo, mais controlado (para não tocar na entrada da vagina e áreas muito vizinhas) e nunca com penetração (aliás, não sei bem se a masturbação diz respeito apenas à parte externa ou inclui também penetração...)
Mas era sempre bom e despreocupado.
Nunca senti culpa ou vergonha por o fazer.
Agora, devo dizer, ainda é muito melhor. Porque já posso incluir a penetração com os dedos e com os vibradores e ainda por cima é terapêutico e aconselhado!! ;)
Neste processo todo apercebi-me que para muitas meninas vagínicas a masturbação nunca ocorreu e são 'obrigadas' a tocar em si próprias pela primeira vez por indicação da terapeuta. E até olhar para si próprias pela primeira vez.
E é muitas vezes um processo muito difícil...
E é muitas vezes um processo muito difícil...
Dá que pensar, não acham? Devíamos aprender enquanto mulheres a estarmos em paz com o nosso corpo e a procurar tirar o máximo prazer dele. Sem stress, sem culpa, sem achar que é feio ou pecado. Ainda para mais com o bónus de, se tivermos uma relação, a masturbação que fazemos sozinhas vai contribuir para a qualidade da relação a dois. E se não tivermos uma relação, é bom na mesma! :)
E relaxa, faz bem à pele e não tem efeitos secundários negativos. ;)
Mesmo assim, devo confessar que, enquanto escrevo este post, estou para aqui a pensar 'publico, não publico?', 'ai que vergonha falar disto!', 'o que vão as pessoas pensar disto?'...
Sim, e isto vindo da mesma pessoa que já publicou mensagens bem mais 'corporais' e íntimas...
Pronto, mas aqui fica. Coragem! ;)
Desculpem o post mais ou menos atrapalhado... e não pensem mal de mim, sim? :)
Desculpem o post mais ou menos atrapalhado... e não pensem mal de mim, sim? :)
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
O lub e eu - episódio II
Olá! :)
Lembram-se do post que fiz em relação à minha primeira penetração vaginal sem lubrificante?
Pois... Este post é sobre a minha primeira vez que introduzo um tampão sem a ajuda do lubrificante. Claro que não foi propriamente por estar tão distraída com outras coisas que introduzi o tampão sem lubrificante, foi mesmo por necessidade.
E até foi cómico! :)
Um dia destes fui ao ginásio e depois do treino reparei que me tinha aparecido o período.
Claro que que, como qualquer mulher, tinha pensos e tampões de reserva na carteira. Só não tinha o lubrificante, mas não tinha mal porque poderia colocar um penso higiénico, certo?
ERRADO!
É que eu tinha levado umas calcinhas fio dental para trocar depois do duche e (acho que é fácil imaginar) como seria impossível conjugar um penso higiénico com o dito fio dental. Portanto iria ter mesmo que usar o tampão.
Lá me dirigi eu à casa de banho, a pensar 'ainda bem que decidiste hoje escolher umas calcinhas tão giras, tinha mesmo que ser hoje...', abri o tampão, olhei para o aspecto seco e agressivo qb do plástico do aplicador e tentei introduzir e... não é que entrou super bem?
Mais uma vez, é mesmo fascinante como estas coisas tão banais são conquistas enormes mesmo (ou até especialmente) para uma ex-vagínica!! :) Obviamente que eu sei que os tampões e os aplicadores são feitos para introduzir tal como estão, mas como essa foi sempre uma não-possibilidade para mim, deixei sequer de pensar que poderia introduzir tampões tal e qual como eles vêm na embalagem.
Para minha defesa, e para não pensarem que deixei de ser controladora, a única razão pela qual não tinha lubrificante comigo é que previ mal o primeiro dia do período (sou super certinha) porque costumo andar sempre com o lub no dia que o período é suposto aparecer... Agora já não tenho que me preocupar tanto e até poupo lubrificante... ;))
Terá sido o meu sub-consciente a obrigar-me a constatar que estou mesmo curada? Se sim, muito obrigada meu querido sub-consciente... ;) Se não, valeu pelo episódio divertido... :)
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
'Reclaiming the Goddess'
Como prometido, aqui fica o último post sobre o livro 'Vagina' da Naomi Wolf.
Para acabar o ano de 2012 da melhor maneira... :))
Para acabar o ano de 2012 da melhor maneira... :))
Não me canso de recomendar o livro.
A-do-rei!!
Acho que fiquei tão entusiasmada como quando (há muitos anos atrás) li 'O segundo sexo' da Simone de Beauvoir. Obviamente que são obras distintas, mas penso que as duas nos permitem ver o mundo de um modo realmente muito diferente...
Na conclusão, a Naomi Wolf fala do impacto que a exploração de dimensões desconhecidas da vagina teve nela. Não só no que diz respeito ao seu próprio corpo, mas também na sua própria visão do mundo.
Acho que isto também acontece em muit@s de nós quando tratamos/ultrapassamos o vaginismo.
Seja num consultório de um@ psi, seja com o nosso esforço individual, o vaginismo e o seu tratamento nunca incide 'apenas' sobre a vagina. Inevitavelmente ao tratar o vaginismo modificamos, também, a visão que temos do mundo...
Foi exactamente o que aconteceu comigo. Acho que sem o tratamento do vaginismo não conseguiria me sentir tão 'lúcida' para tomar certas decisões relativas à minha vida como um todo, como tenho vindo a tomar...
Mas, deixo-vos com as palavras da Naomi Wolf:
'I didn´t expect to have such a shift in my own vision just from having explored dimensions of the vagina that had been unknown to me. But just as I was drawn to the subject matter because I suspected that a book about the vagina would be a book about something much greater and different than a 'mere' sex organ, so the change in my understanding is not just about the vagina, but seems to include a shift in how I see the world.' (p.351)
Feliz 2013!
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segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
Bom NaTal!
Esta já é a segunda época Natalícia que passo com vocês.
Nem tenho palavras para agradecer a atenção, os contributos, desabafos, amizades, conversas e tudo mais...
Muito, Muito Bom Natal!
Que todos os vossos desejos se concretizem!
OBRIGADA por fazerem parte da minha vida!
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
A minha primeira vez...
...sem a ajuda de lubrificante! ;-P
Pois é, caros e caras amigas...
Tive uma relação sexual com penetração vaginal sem o meu amigo de todas as horas, o meu querido e precioso lubrificante.
E sabem o que é mais engraçado e o que me levou a considerar isto um 'acontecimento' digno de um post?
É que nem nos apercebemos que não tínhamos usado lubrificante. Foi só depois que me apercebi e fiquei, sincera e honestamente, mesmo surpreendida como não sentimos falta nenhuma e não atrapalhou nada. Mesmo nada! Foi mesmo muito bom até, devo dizer! ;)
Acho que o facto de ter sido muito bom não tem necessariamente que se relacionar com a ausência do lubrificante, mas deveu-se, isso sim, ao facto de estarmos tão envolvidos no jogo erótico (há muito tempo que eu não usava este termo, não é?) que nos 'esquecemos' do lubrificante.
Eu sei que é só um detalhe.
Mas fica provado que não necessito sempre de usar lubrificante para ter penetração vaginal.
Mais um passinho para cada vez me identificar mais como ex-vagínica!!
Mas, que fique claro: ADORO lubrificantes... ;)))
PS: Estou a acabar o livro da Naomi Wolf. Em breve coloco mais um post (prometo que é só mesmo mais um!) sobre o livro...
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